VOCÊ NAO POSSUI O FLASH PLAYER
 
  Medicina Hiperbárica: o que é?
  Unidade São Paulo (Capital)
  Unidade Guarulhos e Região e Zona Leste (Capital)
  Cursos
  Notícias
  Galeria de Imagens
  Entre em Contato
 
    Medicina Hiperbárica Zona Sul Ltda
Rua das Perobas 344 4. andar
Jabaquara São Paulo SP
CEP 04321-120
Telefones: (11) 50184470 / 50184610 / 50116658
    Centro Europa de Medicina Hiperbárica e Tratamento de Feridas Refratárias
Avenida Barão de Mauá, 100
Guarulhos - SP
CEP 07012-040
Telefone (11) 24635056 Fax (11) 23087833
Brasil,
Login: Senha: Senha? | Cadastre-se
 
» Medicina Hiperbárica: o que é
Medicina Hiperbárica: o que é?
 

Medicina hiperbárica: o que é?

 

 

A Medicina Hiperbárica é o ramo da medicina responsável pelo estudo e implementação das normas técnicas e de segurança em ambientes pressurizados, aplicados para o tratamento das patologias causadas pelas variações de pressão sobre o organismo humano. É também responsável pelo estudo e estabelecimento de protocolos de tratamento para todas aquelas patologias para as quais o oxigênio sob pressão tem a função de potente ferramenta auxiliar de tratamento.

 

Para tanto, utilizamos as chamadas câmaras hiperbáricas.

 

Câmara Hiperbárica:

 

São equipamentos de paredes sólidas, com janelas que permitem a visualização do que está acontecendo dentro e  fora do equipamento, no qual o paciente entra para se tratar respirando oxigênio puro (a 100%), sob uma pressão correspondente a aproximadamente 10 a 20 metros de profundidade no mar. Dentro desse equipamento o paciente está em constante contato com a equipem médica, podendo assistir televisão e se movimentar dentro dos limites físicos do mesmo.

 

Normas de Segurança:

 

Há diversas normas de segurança que devem ser respeitadas. Dentre elas, uma das principais é não levar objeto algum para dentro da câmara. Todas essas normas são oportuna e detalhadamente explicadas para os pacientes e seus acompanhantes antes da primeira sessão.

 

Oxigenioterapia:

 

O oxigênio, quando administrado sob pressão, funciona como um medicamento. A elevada pressão desse gás no ar, quando ingerido, corresponde a um grande aumento da fração de oxigênio dissolvido no plasma. Esse aumento faz com que o gás se difunda a uma distância até quatro vezes maior, atingindo pontos que se encontram pouco oxigenados. Uma vez melhor oxigenadas, as células chamadas fibroblastos voltam a ter a sua função normalizada, com conseqüente estímulo na formação de novos capilares sanguíneos, aumento da ação bactericida e bacteriostática dos antibióticos, e formação de células responsáveis pela estrutura da pele.

 

Inúmeros trabalhos publicados em todo o mundo nos últimos 40 anos comprovam a eficácia da Oxigenioterapia Hiperbárica como excepcional ferramenta do tratamento médico, promovendo, entre outros efeitos, o retorno dos fibroblastos a suas funções normais. Isso culmina com a  aceleração de cicatrizações, melhora a qualidade da osteogênese e dos tecidos de granulação e um combate mais eficaz de infecções. Atua também de maneira sinérgica com determinados antibióticos, ou seja, aumenta a eficácia dos mesmos. Desta forma, pode auxiliar a reduzir ou até mesmo evitar procedimentos cirúrgicos mutilantes e excessivos, proporcionando uma recuperação mais rápida e com melhores resultados clínicos.

 

Propicia também um efeito mecânico de compressão de todas as bolhas gasosas (cuja maior utilidade é tratar patologias relacionadas ao mergulho), e uma ação sobre a formação de radicais livres (com função nos casos de lesões por isquemia-reperfusão). Todos os mecanismos anteriormente descritos estão envolvidos quando da utilização dessa modalidade terapêutica para queimaduras.

 

Utilidades:

 

Resumidamente, há indicação de se utilizar a oxigenioterapia hiperbárica para tratar de doenças descompressivas (relacionadas ao mergulho); embolia arterial gasosa (por mergulho, iatrogênica ou idiopática); deiscências e complicações de cirurgias, pancreatites e isquemias pós-transplantes; traumas com lesões por isquemia-reperfusão, com infecção secundária ou com abrasões; infecções de partes moles, como erisipelas, celulites e fasciites necrosantes, feridas refratárias (de difícil cicatrização); enxertos ou retalhos comprometidos; doenças arteriais obstrutivas e vasculites, doenças venosas e linfáticas, osteomielites e infecções em próteses, necrose asséptica de fêmur; queimaduras; lesões actínicas (originadas pela exposição à radiação ionizantes); e infecções odontológicas.

Imprimir       enviar para um amigo